Brasil pode crescer e inovar com IoT, mesmo com os desafios da conjuntura.

Por Werter Padilha, CEO da Taggen e Conselheiro da ABES …

05 de abril de 2022.

Para mim, é sempre uma grande satisfação relembrar o período no qual participei como advisor no Conselho Consultivo que elaborou o projeto-estudo “Internet das coisas: um plano de ação para o Brasil”, iniciado em 2016 pelo MCTI e BNDES. Não me recordo de nenhum trabalho tão bem feito e com tantas mãos atuantes: centenas de experts do Brasil e dezenas internacionais, centros de pesquisas, universidades, representantes de classe técnica e patronal de nossa sociedade, parlamentares, entre outros. O resultado culminou no Plano Nacional de Internet das Coisas (PNIoT), Decreto nº 9.854, de 25 de junho de 2019, com a finalidade de implementar e desenvolver a Internet das Coisas no Brasil.

Saúde, Cidades Inteligentes, Indústria e Rural foram as 4 verticais priorizadas. Mais recentemente, a vertical Turismo foi também incluída no PNIoT, em função do impacto da pandemia nas atividades turísticas, a necessidade de promover a transformação digital nesta área e a disponibilização de destinos inteligentes no país.

Cada uma destas verticais começou a ser tratada ao estilo “hands on” em Câmaras 4.0, em Brasília. Os Ministérios da Saúde, Economia, Agricultura e Turismo começaram a tocar as estratégias, políticas públicas, gerar sinergias e fontes de fomentos para fazer o IoT acontecer no Brasil.

Todas as Câmaras, sempre com a participação do MCTI na moderação, têm sido fóruns muito relevantes, porque propiciam a integração da academia, de institutos de ciência e tecnologia (ICTs), entidades que representam diferentes setores econômicos e os demais atores do cenário da inovação e empreendedorismo.  E nem a pandemia afetou a condução dos trabalhos das câmaras, pois todos continuaram engajados, mesmo que se reunindo virtualmente.

As Câmaras 4.0 destas verticais do PNIoT têm apresentado seus resultados e planos de ação. É um processo retroalimentado, já que sinergias têm sido criadas e planos de ações e investimentos têm sido gerados e aperfeiçoados nestes encontros. Claro que gostaríamos que os resultados fossem mais expoentes em alguns casos, mas sou testemunha de que, apesar dos obstáculos, bons e firmes passos foram e continuarão sendo dados.

Reitero que na pandemia os incentivos não pararam. BNDES, ABDI, Embrapii, Finep e Softex, só para citar alguns nomes, implementarem diferentes linhas de investimentos e editais para projetos de IoT.

Desde o dia 1º de janeiro de 2021, dispositivos de Internet das Coisas (IoT) e para sistemas de comunicação máquina a máquina (M2M) ficaram isentos de pagamento de Fistel, de Contribuição para o Fomento da Radiodifusão Pública (CFRP) e de Condecine pelo prazo de cinco anos. Ou seja, é vital aproveitarmos este incentivo dentro de sua validade.

Outra boa notícia foi o novo fôlego dado ao Padis (Programa de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Indústria de Semicondutores).   O susto foi grande, pois sua renovação ocorreu, como dizem, “aos 40 minutos do 2º tempo”. O que importa, entretanto é que a Lei 14.302/22 foi promulgada e prorroga os incentivos do Padis até 2026.

Destaco também o “gol de placa” representado pelo sucesso do Leilão do 5G, ocorrido em novembro de 2021, que viabilizará a “autoestrada de alta velocidade” pela qual a Internet das Coisas deverá deslanchar.  Ansioso em começar a ver os primeiros resultados já compromissados para 2022.

E vale deixar registrado que temos o recente edital da FINEP/MCTI, que acabou de sair do forno, e vai selecionar projetos de inovação em Inteligência Artificial (IA), desenvolvidos por startups nas verticais já citadas do PNIoT. Ao todo, serão R$ 80 milhões em recursos de subvenção econômica.

Assim, afirmo que o Brasil está acontecendo! Pelo segundo ano consecutivo, registrou-se um recorde no total aportado em startups, por meio de 779 transações. Segundo levantamento da plataforma Distrito, as startups brasileiras receberam um total de US$ 9,4 bilhões em investimentos em 2021, sendo que este valor é 2,5 vezes maior que o investido em 2020, e o maior desde o início do estudo, em 2011. O Brasil, que em 2018 possuía apenas um unicórnio, atualmente, já contabiliza 16 deles, segundo dados de fevereiro de 2022 da StartupBase.

Relevante também destacar que neste cenário, várias Venture Capital foram criadas no Brasil nos últimos 3 anos, e estão direcionando suas teses de investimentos cada vez mais para inovação e tecnologias disruptivas. Como dizem, “tem dinheiro na mesa para bons projetos”!

Como exemplo, cito a iniciativa entre BNDES e Qualcomm Ventures LLC que aportaram R$40 milhões cada uma no Fundo IoT.  Neste projeto, a Indicator Capital foi selecionada como gestora e o Fundo Indicator 2 IoT FIP tem agora valor captado de R$ 240 milhões, focado em investimentos early stage, sendo o primeiro especializado em Internet das Coisas (IoT) e Conectividade na América Latina.

Podemos afirmar que nunca o país teve tantos investimentos e fundos apostando em inovações tecnológicas baseadas em IA, IoT, 5G, entre outras. Essa entrada de capital aumenta as chances de as startups escalarem e atraírem mais investimentos.

Está tudo um “mar de rosas”? Não! Mas, o fato é que os problemas estarão presentes em qualquer cenário!  Existiram problemas no passado e existem hoje. Por isso, é necessário colocarmos em campo nossa resiliência, perseverança, flexibilidade. Juntemos criatividade, agilidade para inovar e tracionar na receita de sucesso. Infelizmente estamos vivenciando o conflito entre Rússia e Ucrânia e suas farpas também nos atingem; a inflação é um ponto crítico, pois aumentou no Brasil e no mundo; e, especificamente na conjuntura brasileira, falta pouco mais de 6 meses para as nossas eleições em 2022, um fator que costuma desestabilizar.

Há outra questão-chave, que é como o Brasil vai responder à crise mundial de chips, que combina alta demanda e escassez de dispositivos, o que leva a um aumento de preços e longos prazos de entrega.  A dificuldade é global, mas creio que há algumas alternativas para exercermos nossa resiliência com criatividade.  A renovação do Padis foi um excelente sinal. Por outro lado, o TCU suspendeu o processo por meio do qual o governo federal planeja fechar a Ceitec, a única fábrica de chips da região.

Em meio a este imbróglio, ocorreu um outro processo no qual a Softex foi a única a apresentar proposta ao chamamento público para celebrar Contrato de Gestão cujo objeto seja a pesquisa, o desenvolvimento, a extensão tecnológica, a formação de recursos humanos e a geração e promoção de empreendimentos de base tecnológica em semicondutores, microeletrônica e áreas correlatas. Como isso ocorrerá? Ainda não se sabe. O então ministro Marcos Pontes, do MCTI, declarou durante evento em Barcelona, que o país terá um novo programa de semicondutores. Aguardamos que essas definições sejam divulgadas brevemente.

Diante dessa conjuntura, espero que o Brasil não se perca em debates jurídicos e deixe passar a oportunidade de termos alguma posição respeitável neste tabuleiro do mercado mundial de semicondutores.   Afinal, o mundo está refém da produção asiática, lembrando que Taiwan e China respondem por cerca de 70% dos chips que o mundo consome e aqui é outra situação geopolítica que exige nossa atenção.

Para encerrar esta análise, apesar das previsões, o PIB brasileiro cresceu 4,6% em 2021 e superou as perdas provocadas em 2020 como efeitos da Covid-19. O crescimento do ano passado foi puxado pela indústria e serviços. Então, digo que é hora de valorizar os nossos pontos fortes: a capacidade dos nossos talentos empreendedores, a qualidade dos ICTs, o tamanho do mercado interno e a vontade de fazer acontecer. Podemos superar os desafios e construir um futuro promissor, um Brasil Mais Digital e Menos Desigual, no qual a IoT certamente já é uma das viabilizadoras das transformações positivas que almejamos.

Fonte: Portal IT Forum

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Confira o depoimento do CEO da TAGGEN sobre Inovação para o EMBRAPII

O depoimento de Werter Padilha, CEO da Taggen Soluções IoT, retrata a agilidade e flexibilidade que se caracterizam pelo Programa de Mobilidade e Logística coordenado pela EMBRAPII, no Rota 2030, que ainda oferece a infraestrutura de centros de pesquisa, credenciados como nossas Unidades.

Para esse projeto, o Instituto Nacional de Telecomunicações – Inatel foi o responsável pelo desenvolvimento.

Sua empresa pode ser a próxima beneficiada! Temos R$ 80 milhões disponíveis em recursos não reembolsáveis para ajudar seu projeto a decolar e aumentar a competitividade do seu negócio, seja ele de qualquer porte, dentro da cadeia de mobilidade e logística.

Acesse o link https://lnkd.in/dBmN_qDG e descubra agora como esse suporte para o seu projeto!

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Fonte: LINKEDIN EMBRAPII 

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Novo Beacon Desenvolvido para Industria Automotiva tem Apoio EMBRAPII

O projeto idealizado pela startup Taggen Soluções IoT recebeu apoio da EMBRAPII no âmbito do programa Rota 2030, além da infraestrutura e knowhow dos pesquisadores da Unidade Instituto Nacional de Telecomunicações – Inatel, referência no segmento.

O aparelho vai aumentar a capacidade de localização e oferecer soluções viáveis de rastreamento para diferentes setores industriais, inclusive, logístico e automotivo.

Saiba mais sobre o equipamento e como seu negócio pode ser o próximo beneficiado e receber nosso apoio para fazer a solução decolar! Acesse: https://bit.ly/3zlMwn3

 

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Fonte: LINKEDIN EMBRAPII 

 

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Novo beacon vai oferecer maior capacidade de localização

Crédito de Imagens:Divulgação – Escrito ou enviado por  EMBRAPII

Tecnologia idealizada por startup recebeu o apoio da EMBRAPII no âmbito do programa Rota 2030 e vai trazer mais inovação para a indústria, em diferentes segmentos

A Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (EMBRAPII) está apoiando o desenvolvimento de uma nova geração de beacon, com capacidade oito vezes maior em identificação e localização. A iniciativa da startup Taggen, especializada em soluções para Internet das Coisas, conta com a atuação de pesquisadores da Unidade EMBRAPII – Inatel, de Minas Gerais, e recursos oriundos do Programa de Mobilidade e Logística, do Rota 2030, coordenado pela organização social.

O beacon é um dispositivo de baixa energia que emite um sinal intermitente e pode ser detectado com exatidão por um smartphone com tecnologia BLE (Bluetooth) ou outros equipamentos de captação de sinais como gateways. Com a inovação pioneira na América Latina, que permite a localização de beacons indoor independentemente da versão BLE utilizada pelos dispositivos e do fabricante, a proposta é ampliar as possibilidades de aplicações em vários segmentos, inclusive, na indústria automotiva e logística.

Por meio da instalação no beacon de um conjunto de sensores, é possível detectar e mensurar, por exemplo, a luminosidade, temperatura, pressão, acelerômetro, entre outros parâmetros. A nova plataforma LINK IoT TAGGEN que está sendo redesenhada junto ao INATEL, deverá ainda possibilitar o tratamento de dados de telemetria para qualquer dispositivo que utilizem tecnologia UWB, RFID HF/UHF, LoRA, NB-IoT, Zigbee e Sigfox.

A solução em desenvolvimento vai proporcionar maior precisão de rastreamento, com baixo consumo de energia e custo reduzido para aquisição.

EMBRAPII no Rota 2030

A EMBRAPII é uma organização social que tem contrato de gestão com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), Educação (MEC) e Saúde. Atua por meio da cooperação com instituições de pesquisa científica e tecnológica, públicas ou privadas, tendo como foco as demandas empresariais e como alvo o compartilhamento de risco na fase pré-competitiva da inovação. Há dois anos, coordena o Programa de Mobilidade e Logística do Rota 2030, iniciativa do Governo Federal para promover a cadeia automotiva no país. Nesse período, já são 40 projetos apoiados, de 44 empresas contratantes, totalizando cerca de R$ 43 milhões em projetos de inovação.

 

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Fonte: Portal SEGS

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Brasil | Inatel y Taggen se unen con proyecto de geolocalización de alta precisión

Medirán con alta precisión la luminosidad, temperatura, presión, acelerómetro, entre otros parámetros.

 

TaggenBeacon en la versión BLE 5.1 es el proyecto de geolocalización de alta precisión y bajo costo que ha unido a Inatel y Taggen para desarrollarlo en conjunto.

Las compañías explicaron que dicho desarrollo proporciona hasta ocho veces la capacidad de identificar y localizar objetos con una precisión inferior a un metro de radio y lo realiza a través de conexiones Bluetooth, Wi-Fi, 4G LTE, NB-IoT y 5G.

Además, revelaron que el proyecto tendrá recursos no reembolsables para la introducción de esta nueva EMBRAPII (Empresa Brasileña de Investigación e Innovación). La asociación con Inatel incluye el desarrollo de la nueva TaggenGateway.

“Taggen es una startup con un fuerte afán de innovación y encontró en Inatel un socio tecnológico que le ayude a desarrollar soluciones para los distintos segmentos en los que pretende trabajar con su portafolio de dispositivos diferenciados”, señaló Sandro Duarte, gerente de Desarrollo de Negocios de Inatel Competence Center.

Werter Padilha, CEO de Taggen, señaló que el proyecto de señalización para localización de objetos será de última generación tecnológica para ofrecer mejor servicio.

“Esta nueva generación tecnológica de balizas se creó con una serie de características extremadamente innovadoras, con el objetivo de satisfacer las últimas demandas de trazabilidad, como la evaluación de la distancia entre personas y objetos, detección de ‘hombre caído’ y detección de entornos”, explicó Werter Padilha.

Señalaron que los productos amplían las posibilidades de aplicaciones en varias verticales, que incluyen la industria automotriz, logística, comercio minorista, petróleo y el gas, la atención médica, la agroindustria y las ciudades inteligentes.

Detallaron que al instalar un conjunto de sensores en la baliza, es posible detectar y medir luminosidad, temperatura, presión, acelerómetro, entre otros parámetros.

 

Fonte: Portal dpl (México)

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EM PARCERIA, INATEL E TAGGEN CRIAM PROJETO PARA LOCALIZAÇÃO DE ALTA PRECISÃO E BAIXO CUSTO PIONEIRO NA AMÉRICA LATINA

Juntos, produtos ampliam as possibilidades de aplicações em várias verticais, como indústria automobilística, logística, varejo, óleo e gás saúde, agronegócio e cidades inteligentes

Foto divulgação

 

A Taggen, especializada em soluções para IoT (Internet das Coisas), se aliou ao Inatel em uma parceria que resultou na criação de um produto pioneiro na América Latina: a nova geração do TaggenBeacon na versão BLE 5.1. A inovação prevê elevar em até oito vezes a capacidade de identificação e localização das “coisas” com precisão de submetro, além de oferecer conexões via Bluetooth, Wi-Fi, 4G LTE, NBIoT e 5G.

Para a introdução dessa nova geração do dispositivo, a parceria está recebendo recursos não-reembolsáveis da EMBRAPII (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação). A parceria com o Inatel inclui o desenvolvimento do novo TaggenGateway.

Juntos, os produtos ampliam as possibilidades de aplicações em várias verticais, como indústria automobilística, logística, varejo, óleo e gás saúde, agronegócio e cidades inteligentes. Por meio da instalação no beacon de um conjunto de sensores, é possível detectar e mensurar luminosidade, temperatura, pressão, acelerômetro, entre outros parâmetros.

De acordo com o gerente de Desenvolvimento de Negócios do Inatel Competence Center, Sandro Duarte Azevedo, o Beacon BLE 5.1 é apenas o primeiro projeto desta parceria. “A Taggen é uma startup com forte desejo de inovação e encontrou no Inatel um parceiro tecnológico para ajudá-la no desenvolvimento de soluções para os diversos segmentos em que pretende atuar com o seu portfólio de dispositivos diferenciados”, afirma.

 

Fonte: Portal Mundo Logistica

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Inatel e Taggen desenvolvem projeto pioneiro na AL para localização de alta precisão com baixo custo

Em nova parceria, a Taggen, especializada em soluções para Internet das Coisas, se aliou ao Inatel para o desenvolvimento de um produto pioneiro na América Latina: a nova geração do TaggenBeacon na versão BLE 5.1. A inovação prevê elevar em até oito vezes a capacidade de identificação e localização das “coisas” com precisão de submetro, além de efetuar conexões via Bluetooth, Wi-Fi, 4G LTE, NBIoT e 5G. Para a introdução dessa nova geração do dispositivo, a parceria está recebendo recursos não-reembolsáveis da EMBRAPII (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação). A parceria com o Inatel inclui o desenvolvimento do novo TaggenGateway.

Juntos os produtos ampliam as possibilidades de aplicações em várias verticais, entre elas: indústria automobilística, logística, varejo, óleo e gás, saúde, agronegócio e cidades inteligentes. Por meio da instalação no beacon de um conjunto de sensores, é possível detectar e mensurar luminosidade, temperatura, pressão, acelerômetro, entre outros parâmetros.

De acordo com o gerente de Desenvolvimento de Negócios do Inatel Competence Center, Sandro Duarte Azevedo, o Beacon BLE 5.1 é apenas o primeiro projeto desta parceria. “A Taggen é uma startup com forte desejo de inovação e encontrou no Inatel um parceiro tecnológico para ajudá-la no desenvolvimento de soluções para os diversos segmentos em que pretende atuar com o seu portfólio de dispositivos diferenciados”, afirma.

Beacons para o 5G

Sobre os resultados esperados desse primeiro desafio da parceria, o CEO da Taggen, Werter Padilha, destaca que o novo combo tecnológico já estará preparado para o 5G. “Essa nova geração tecnológica dos beacons foi criada com uma série de características extremamente inovadoras, visando atender as mais recentes demandas de rastreabilidade como, por exemplo, a avaliação do distanciamento entre pessoas e objetos, detecção de “man down” e sensoriamento de ambientes”, explica.

A Taggen é uma referência no segmento de beacons, um pequeno dispositivo, que emite um sinal intermitente e pode ser detectado com exatidão por um smartphone com tecnologia BLE (Bluetooth). “A nova geração aumentará os segmentos atendidos, como hospitais e agronegócio, proporcionando precisão altamente confiável para o rastreamento, com baixo consumo de energia e custo reduzido para aquisição”, informa o gerente comercial da Taggen, Sergio Passaretti.

Geolocalização mais precisa e confiável

O especialista em Soluções do Inatel Competence Center, Lucas Jun Sakai, que integra o time de pesquisa e desenvolvimento, ressalta que o projeto reafirma o compromisso da instituição em atender as necessidades da sociedade. “Uma das demandas atuais para geolocalização confiável é o gerenciamento do distanciamento social, dentro de empresas e outros locais, para o combate ao Covid-19. E uma das premissas deste projeto com a Taggen é apresentar um produto competitivo para que a utilização seja ampla e acessível”, destaca o engenheiro.

Para o coordenador de Projetos de Engenharia do Inatel, Francisco Martins Portelinha Junior, a parceria para o desenvolvimento de um produto pioneiro na América Latina “reforça o compromisso do Inatel em propor e desenvolver soluções inovadoras para o mercado nacional e internacional”, pontua. Dessa forma, a inovação proposta pelo projeto com a Taggen chega em um momento de alta demanda de setores essenciais como a saúde, o agronegócio e a indústria, com destaque para este último, que já utiliza soluções de localização indoor rumo aos avanços necessários para a Indústria 4.0.

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Inatel e Taggen desenvolvem projeto pioneiro na América Latina para localização de alta precisão com baixo custo

Inatel e Taggen desenvolvem projeto pioneiro na América Latina para localização de alta precisão com baixo custo

Em nova parceria, a Taggen, especializada em soluções para Internet das Coisas, se aliou ao Inatel para o desenvolvimento de um produto pioneiro na América Latina: a nova geração do TaggenBeacon na versão BLE 5.1. A inovação prevê elevar em até oito vezes a capacidade de identificação e localização das “coisas” com precisão de submetro, além de efetuar conexões via Bluetooth, Wi-Fi, 4G LTE, NBIoT e 5G. Para a introdução dessa nova geração do dispositivo, a parceria está recebendo recursos não-reembolsáveis da EMBRAPII (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação). A parceria com o Inatel inclui o desenvolvimento do novo TaggenGateway.

Juntos os produtos ampliam as possibilidades de aplicações em várias verticais, entre elas: indústria automobilística, logística, varejo, óleo e gás, saúde, agronegócio e cidades inteligentes. Por meio da instalação no beacon de um conjunto de sensores, é possível detectar e mensurar luminosidade, temperatura, pressão, acelerômetro, entre outros parâmetros.

De acordo com o gerente de Desenvolvimento de Negócios do Inatel Competence Center, Sandro Duarte Azevedo, o Beacon BLE 5.1 é apenas o primeiro projeto desta parceria. “A Taggen é uma startup com forte desejo de inovação e encontrou no Inatel um parceiro tecnológico para ajudá-la no desenvolvimento de soluções para os diversos segmentos em que pretende atuar com o seu portfólio de dispositivos diferenciados”, afirma.

Beacons para o 5G

Sobre os resultados esperados desse primeiro desafio da parceria, o CEO da Taggen, Werter Padilha, destaca que o novo combo tecnológico já estará preparado para o 5G. “Essa nova geração tecnológica dos beacons foi criada com uma série de características extremamente inovadoras, visando atender as mais recentes demandas de rastreabilidade como, por exemplo, a avaliação do distanciamento entre pessoas e objetos, detecção de “man down” e sensoriamento de ambientes”, explica Werter Padilha.

A Taggen é uma referência no segmento de beacons, um pequeno dispositivo, que emite um sinal intermitente e pode ser detectado com exatidão por um smartphone com tecnologia BLE (Bluetooth). “A nova geração aumentará os segmentos atendidos, como hospitais e agronegócio, proporcionando precisão altamente confiável para o rastreamento, com baixo consumo de energia e custo reduzido para aquisição”, informa o gerente comercial da Taggen, Sergio Passaretti.

Geolocalização mais precisa e confiável

O Especialista em Soluções do Inatel Competence Center, Lucas Jun Sakai, que integra o time de pesquisa e desenvolvimento, ressalta que o projeto reafirma o compromisso da instituição em atender as necessidades da sociedade. “Uma das demandas atuais para geolocalização confiável é o gerenciamento do distanciamento social, dentro de empresas e outros locais, para o combate ao Covid-19. E uma das premissas deste projeto com a Taggen é apresentar um produto competitivo para que a utilização seja ampla e acessível”, destaca o engenheiro.

Para o Coordenador de Projetos de Engenharia do Inatel, Francisco Martins Portelinha Junior, a parceria para o desenvolvimento de um produto pioneiro na América Latina “reforça o compromisso do Inatel em propor e desenvolver soluções inovadoras para o mercado nacional e internacional”, pontua. Dessa forma, a inovação proposta pelo projeto com a Taggen chega em um momento de alta demanda de setores essenciais como a saúde, o agronegócio e a indústria, com destaque para este último, que já utiliza soluções de localização indoor rumo aos avanços necessários para a Indústria 4.0.

O CEO da Taggen informa que vários Institutos de Ciência e Tecnologia (ICTs) foram pesquisados para a condução do projeto. “É preciso ressaltar que o Inatel tem desempenhado um papel relevante no ambiente de inovação. A capacidade técnica e excelência de conhecimento de sua equipe pesou na nossa escolha. O Instituto foi muito bem recomendado por alguns dos nossos parceiros estratégicos e comerciais”, finaliza Padilha.

Fonte: Portal SEGS

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INATEL E TAGGEN DESENVOLVERÃO BEACON BLE 5.1 COM MAIOR PRECISÃO

Dispositivo promete ter capacidade de identificação e localização até oito vezes maior do que a geração anterior

BLE 5.1

 

A Inatel e a Taggen, especializada em soluções IoT, se aliaram para desenvolver a nova geração do TaggenBeacon na versão BLE 5.1 que já será compatível com a 5G. A parceria inclui ainda o desenvolvimento da nova geração de TaggenGateway, hardware especializado em coleta de dados de dispositivos IoT. O Gateway possuirá um módulo 5G para transmissão das informações.

Para concretizar os projetos, a parceria está recebendo recursos não-reembolsáveis da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação (Embrapii).

Beacons são pequeno dispositivo, que emitem  um sinal intermitente, detectado por um smartphone com Bluetooth. A nova versão dos TaggenBeacon promete elevar em até oito vezes a capacidade de identificação e localização das “coisas” com precisão submetro.

O BLE 5.1 também será habilitado para conexões via Bluetooth, Wi-Fi, 4G LTE, NBIoT e 5G. Por meio da instalação de um conjunto de sensores, o beacon detecta e mensura luminosidade, temperatura, pressão e acelerômetro.

“A nova geração aumentará os segmentos atendidos, como hospitais e agronegócio, proporcionando precisão altamente confiável para o rastreamento, com baixo consumo de energia e custo reduzido para aquisição”, afirmou o gerente comercial da Taggen, Sergio Passaretti. Outra área de destaque que pode se beneficiar dos beacon é a indústria, uma vez que demanda soluções de localização indoor para avançar na Indústria 4.0.

Em 2016, a parceria entre a Embrapii e a Taagen foram responsáveis pela construção de um beacon 100% brasileiro com conectividade bluetooth. (Com assessoria de imprensa)

Fonte: Portal TeleSíntese

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